Francisco Vanderlinde

 

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 Senhor Jesus está voltando e é tempo de prepararmos o caminho para ele. A igreja tem essa função e precisa estar acordada, preparada. A voz profética está saindo e se fazendo ouvir. João Batista fez isso para antecipar a primeira vinda do Messias: “Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas” (Mr 1:3).

            Uma das coisas de fundamental importância nessa preparação é o que temos ouvido e falado há várias semanas: a necessidade de ARREPENDIMENTO. Encontramos mais de 70 referências na Bíblia sobre essa palavra, mas existem outras semelhantes como: “voltai, volta, prepare-se” etc. O sentido dessa palavra nas Escrituras não é somente de lamentar por algumas coisas erradas que fizemos, mas sua principal definição provém do grego “methanoia” que é “mudança de mente”, mudança na maneira como vemos as coisas.

            A salvação só acontece quando há ocorre esse arrependimento ou mudança de mente. No dia de Pentecostes, em Atos 2, vários elementos estavam presentes: um vento impetuoso (a vinda do Espírito Santo sobre as mais de 120 pessoas reunidas), o falar em novas línguas, a curiosidade das pessoas, a pregação do apóstolo Pedro e, por fim, um momento de arrependimento, de mudança de mente, de conversão e batismo de milhares de pessoas:

“Ao ouvirem isso, eles ficaram com o coração pesaroso e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Irmãos, que faremos? Pedro então lhes respondeu: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para o perdão de vossos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo. Porque a promessa é para vós, para vossos filhos e para todos os que estão longe, a quantos o Senhor nosso Deus chamar. E os aconselhava e exortava com muitas outras palavras, dizendo: Salvai-vos desta geração perversa. Desse modo, os que acolheram a sua palavra foram batizados; e naquele dia juntaram-se a eles quase três mil pessoas.” (At 2.37-41)

            O Espírito Santo produziu uma grande comoção ou arrependimento naquelas pessoas. Seus corações ficaram “compungidos”, “doloridos”, “machucados”. Eles ficaram assustados, sem saber o que fazer, pois haviam matado o Messias que tanto esperavam: “E agora, o que faremos?” E Pedro respondeu: “Arrependam-se! Mudem suas mentes e corações! Olhem agora para Jesus como o Messias, creiam nele!” Foi essa mudança interior seguida de várias outras atitudes que trouxe salvação para aquelas pessoas. E essa é a mesma pregação necessária para os nossos dias!

            Dias atrás eu estava lendo um comentário de Asher Intrater, judeu-messiânico que reside em Israel, que dizia que dá para resumir as mensagens dos profetas em uma só palavra: Arrependimento:

“O ímpio deve deixar o seu caminho, e o homem mau, os seus pensamentos; volte-se para o SENHOR, que se compadecerá dele; volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar.” (Is 55.7)

“Mas agora, diz o SENHOR: Convertei-vos a mim de todo o coração, com jejuns, com choro e com pranto. Rasgai o coração e não as vestes; convertei-vos ao SENHOR, vosso Deus, pois ele é misericordioso e compassivo, tardio em irar-se e grande em amor; arrepende-se da desgraça que enviaria.” (Jl 2.12,13)

            Vemos em todo o Velho Testamento essa chamada ao arrependimento, à conversão da mente e coração. Paulo, quando pregava aos atenienses, encerrou seu discurso com as seguintes palavras:

“Deus não levou em conta os tempos da ignorância, mas agora ordena que todos os homens, em todos os lugares, se arrependam...” (At 17.30)

            Será que alguém, em alguma época ou lugar, não precisa de arrependimento?? Com certeza todos precisam!! Os primeiros discípulos sempre pregaram essa mensagem:

“Princípio do evangelho de Jesus Cristo, o Filho de Deus. Conforme está escrito no profeta Isaías: Estou enviando à tua frente meu mensageiro, que preparará teu caminho; voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai suas veredas. Assim apareceu João Batista no deserto, pregando batismo de arrependimento para perdão dos pecados. Todos os da terra da Judeia e todos os moradores de Jerusalém dirigiam-se a ele, e eram batizados por ele no rio Jordão, confessando seus pecados. (...) Depois que João foi preso, Jesus foi para a Galileia, pregando o evangelho de Deus e dizendo: Completou-se o tempo, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no evangelho.” (Mr 1.1-5,14,15)

            João Batista preparou o caminho para Jesus, que continuou a mesma pregação de João. Assim, o maior evento espiritual até hoje foi a primeira vinda de Jesus, com tudo o que a envolveu: seu nascimento, vida, obra, morte, ressurreição, ascensão. Mas agora estamos próximos de um acontecimento muito maior, que é a sua segunda vinda. Ora, se a palavra para a preparação naquele tempo foi “arrependimento”, agora não será diferente! Assim como muitos não se arrependeram naquela época e perderam aquele momento, aquela oportunidade, o mesmo acontecerá conosco se não nos dispormos a passar por uma mudança radical (metamorfose) de mente e produzir frutos de vida que comprovem essa mudança.

Arrependimento não é apenas uma atitude de lamentação por fazer algo errado: “Sinto muito! Desculpe! Errei! Foi sem querer!” Mas, logo em seguida, repetir o ato por não ter havido um arrependimento verdadeiro produzido pela ação do Espírito Santo em cooperação com a vontade humana. Se isso não fosse necessário não haveria tantas exortações na Bíblia chamando-nos ao arrependimento. O Espírito Santo usa palavras, pessoas, situações mas precisa também da nossa resposta, aceitação, concordância. Portanto, HOJE é o tempo de prepararmos o caminho para a volta do Senhor e isso começa com QUEBRANTAMENTO e ARREPENDIMENTO!

Algo muito importante e maravilhoso sobre o arrependimento é que se ele for de fato produzido pelo Espírito Santo trará salvação, vida eterna. Ou seja, sempre será para o nosso bem!

“Pois a tristeza segundo a vontade de Deus produz o arrependimento que conduz à salvação, o qual não traz remorso; mas a tristeza do mundo traz a morte. Pois vede o que essa tristeza segundo a vontade de Deus produziu em vós: que dedicação, mas também que defesa própria, que indignação, que temor, que saudade, que preocupação, que punição! Em tudo provastes estar inocentes nesse assunto.” (2 Co 7.11,12)

            Paulo estava exortando os irmãos da igreja de Corinto por diversas situações lá ocorridas, inclusive por um grave caso de incesto – um homem havia tido relações com sua madrasta no contexto da igreja. Isso produziu uma atitude ou resposta naqueles irmãos e Paulo explicou-lhes a diferença entre o verdadeiro e o falso arrependimento. A tristeza segundo o mundo é o remorso, o sentimento de erro sem esperança de restauração e que, por isso, traz morte. No entanto, a tristeza segundo Deus, que é o arrependimento, produz esperança, perdão e vida eterna. Ele sempre vem com o intuito de nos fazer o bem, produzir frutos bons (“Pois vede o que essa tristeza segundo a vontade de Deus produziu em vós...”).

             Esses frutos de arrependimento, portanto, são a forma como o coração de um cristão deve reagir ao perceber que pecou contra um Deus que Santo e Todo-Poderoso. Ele se enche de energia, de motivação, de fé para se consertar e restaurar novamente sua vida diante do Pai. Isso produz uma mudança moral intensa tanto nas atitudes quanto nas ações. Esse fruto de arrependimento estabelece a base para recebermos a graça e a salvação de Deus, como também o enchimento do Espírito Santo. Sem isso a nossa vida espiritual se torna vazia e hipócrita.

            Cremos que esse novo derramamento que antecederá a volta de Jesus será infinitamente maior e numa escala mundial e, portanto, devemos continuar insistindo em nossas práticas de oração e confissão individuais e coletivas. É tempo de uma grande colheita! No dia de Pentecostes houve apenas uma primícias disso. No início quase 3 mil convertidos; logo em seguida, quase 5 mil; e continuou crescendo. Mas essas palavras sempre andavam juntas: arrependimento, salvação, frutos, enchimento do Espírito.

            Como dissemos, o arrependimento inclui mudança de atitude e não apenas deixar de fazer algumas coisas erradas. Um ponto muito importante nesse processo é abandonarmos a DISTRAÇÃO. Ora, como iremos ouvir a voz de Deus com tantas distrações, acontecimentos e pressões que nos cercam diariamente? Só esta semana houve atentados terroristas em diversos locais e nações. São dias muito difíceis, mas também gloriosos, quando muitas maravilhas acontecerão. No entanto, precisamos estar ATENTOS!

            A tecnologia das comunicações rouba demais a nossa atenção, nos entretêm com inúmeras coisas. É uma benção, uma facilidade, mas se torna um problema por nos distrair do que é realmente importante. Assim, precisamos rever tudo isso se quisermos ser participantes desse movimento que o Espírito Santo está operando em todo o mundo. Têm-se falado muito em “cultura de adoração”, “cultura de oração”, “cultura de honra”, “cultura de avivamento” e eu devo dizer que devemos acrescentar CULTURA DE ARREPENDIMENTO, de QUEBRANTAMENTO.

            Ninguém gosta de ser confrontado, corrigido, mas a Bíblia diz: “Ouve o conselho, e recebe a correção, para que no fim sejas sábio.” (Pv 19:20). O sábio ama a confissão e a correção. Você tem confessado a Deus os seus pecados? Tem confessado para algum(a) irmão(ã)? Isso faz parte da cultura de arrependimento: disposição para ser corrigido, para mudar, para rever a vida em todas as áreas.

            Encontramos nas Escrituras uma parábola sobre um cristão religioso e um político corrupto (o fariseu e o publicano):

“Contou também esta parábola a alguns que confiavam em si mesmos, achando-se justos, e desprezavam os outros: Dois homens subiram ao templo para orar: um era fariseu, e o outro, publicano. O fariseu, de pé, orava consigo mesmo: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os outros homens, ladrões, injustos, adúlteros, nem mesmo como este publicano. Jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho. Mas o publicano, em pé e de longe, nem mesmo levantava os olhos ao céu, mas lamentava-se profundamente, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, um pecador! Digo-vos que este desceu justificado para casa, e não o outro; pois todo o que se exaltar será humilhado; mas o que se humilhar será exaltado.” (Lc 18.9-14)

Eles estavam juntos no Templo para orar, porém, suas atitudes e ações eram opostas. Você se considera parecido com o fariseu? Se você se julga diferente dele, lamento dizer que você também é igual a ele! Isso porque ele “se compara” ao outro e toda forma de comparação é pecado. Precisamos nos arrepender profundamente de criticar ou julgar os pecados alheios como se nós mesmos não tivéssemos a mesma natureza. Quanto aos governantes, a Bíblia nos orienta a orar por eles (1 Tm 2.1-4) e não ficar criticando-os. Portanto, deixemos de hipocrisias, nos arrependamos das nossas próprias ações e atitudes e Deus se encarregará de cuidar das outras pessoas. Aliás, semear contendas entre irmãos é a coisa que o Senhor mais abomina:

“Seis coisas o SENHOR detesta, sim, sete ele abomina: olhos arrogantes, língua mentirosa e mãos que derramam sangue inocente; coração que faz planos perversos, pés que se apressam a praticar o mal; testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia inimizade entre irmãos.” (Pv 6.16-19).

Vamos analisar o que o apóstolo Paulo fala sobre o arrependimento na carta de Apocalipse. No capítulo 1, versos 5 a 8, João apresenta Jesus como aquele que nos salvou, libertou e voltará gloriosamente segunda vez. Mas, logo em seguida, começa uma série de reprovações e chamadas ao arrependimento para sete igrejas na Ásia. Essas exortações têm um aspecto profético e não quero entrar nesse ponto, mas vemos que duas delas não foram repreendidas pelo Senhor: a) Esmirna (2.8-11), que era uma igreja perseguida, que vivia debaixo de imensa pressão. Assim, ela já estava sendo tratada e purificada por essa causa; b) Filadélfia (3.7-13). Todas as outras receberam uma exortação ao arrependimento.

A Éfeso o Senhor disse:

“Tens perseverado e sofreste por causa do meu nome; e não te desanimaste. Tenho contra ti, porém, o fato de que deixaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta às obras que praticavas no princípio. Se não te arrependeres, logo virei contra ti e tirarei o teu candelabro do seu lugar.” (2.3-5).

            A Laudiceia ele disse:

“Conheço tuas obras, sei que não és frio nem quente. Antes fosses frio ou quente! Assim, porque tu és morno, e não és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca. Porque tu dizes: Sou rico, tenho prosperado e nada me falta, mas não sabes que és infeliz, miserável, pobre, cego e nu. Eu te aconselho que compres de mim ouro refinado no fogo, para que te enriqueças; roupas brancas, para que te cubras e a vergonha da tua nudez não seja mostrada; e colírio, para que o apliques sobre teus olhos e enxergues. Eu repreendo e castigo a todos quantos amo: sê pois zeloso e arrepende-te.” (3.15-19)

            Essas duas igrejas se assemelham muito à época em que vivemos. Filadélfia é a igreja avivada, gloriosa, cheia da presença de Deus. Laudicéia, por sua vez, é a igreja morna, desatenta, que está a ponto de ser “vomitada” da boca de Deus. Essa postura não serve para o Senhor: ou somos quentes ou somos frios (penso que Ele prefere que sejamos “quentes”). Alguém disse que o morno é alguém que já foi quente e esfriou e, portanto, precisa ser aquecido novamente – e o caminho para isso é o arrependimento!

            Você crê que o Senhor lhe ama? E o que Ele faz para lhe provar isso? O castiga, o repreende! Em Salmos e Provérbios encontramos muitos textos dizendo que o pai que ama seu filho o castiga, o corrige. Não com maldade ou espancamento, mas por amor, querendo o bem do filho. O escritor de Hebreus nos mostra isso com muita clareza:

“Já vos esquecestes do ânimo de que ele vos fala como a filhos: Filho meu, não desprezes a disciplina do Senhor, nem fiques desanimado quando por ele és repreendido. Pois o Senhor disciplina a quem ama e pune a todo que recebe como filho. É visando à disciplina que perseverais. Deus vos trata como filhos. Pois qual é o filho a quem o pai não disciplina? Mas, se estais sem disciplina, da qual todos se têm tornado participantes, então, não sois filhos, mas filhos ilegítimos. Além disso, tínhamos nossos pais humanos para nos disciplinar, e nós os respeitávamos. Logo, não nos sujeitaremos muito mais ao Pai dos espíritos, e assim viveremos? Pois eles nos disciplinaram durante pouco tempo, como bem lhes parecia, mas Deus nos disciplina para o nosso bem, para sermos participantes da sua santidade. Nenhuma disciplina parece no momento motivo de alegria, mas de tristeza. Depois, porém, produz um fruto pacífico de justiça nos que por ela têm sido exercitados.” (Hb 12.5-11)

            Paulo diz em sua epístola aos Romanos:

“Ou desprezas as riquezas da sua bondade, tolerância e paciência, ignorando que a graça de Deus te conduz ao arrependimento? Mas, segundo tua teimosia e teu coração que não se arrepende, acumulas ira sobre ti no dia da ira e da revelação do justo julgamento de Deus, que retribuirá a cada um segundo suas obras.” (Rm 2.4-6)

            Dias atrás eu fiquei feliz ao ouvir um irmão dizer: “Eu estou sentindo que preciso me arrepender! Eu preciso colocar para fora várias coisas da minha vida!” Se você está sentindo o mesmo é porque Deus está agindo na sua vida!

“Estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele e ele comigo.” (Ap 3.20)

            Que convite maravilhoso! Logo após Jesus corrigir, repreender, exortar e até castigar, agora ele faz esse convite! Às vezes ele permite que passemos por situações críticas para nos corrigir, nos ensinar, tratar conosco como um pai ao seu filho. Lembre-se disso: sempre é para o nosso bem!

Paulo reafirma essa verdade:

“Sabemos que Deus faz com que todas as coisas concorram para o bem daqueles que o amam, dos que são chamados segundo o seu propósito.” (Rm 8.28)

            Concluindo, talvez o que mais precisamos hoje em relação ao arrependimento é esse toque de Jesus em nossos corações e ouvirmos sua voz suave dizendo: “Posso entrar? Posso verdadeiramente fazer parte da sua vida, de cada minuto do seu dia? Vamos cear juntos? Vamos ter intimidade?” Isso está diretamente ligado ao arrependimento, porque temos colocado muitas outras coisas no lugar do Senhor em nossos corações. Precisamos, então, voltar a cultivar essa intimidade com Ele. Estar, como Maria, “aos pés do Senhor” (Lc 10.39). Arrumamos tempo para muitas coisas, mas não para o que realmente importa, que é estar com aquele que de fato nos ama e que hoje nos chama.

            Quando nos casamos, não o fizemos simplesmente para estarmos juntos de vez em quando. Muitos pensam que sua aliança, amizade, amor, relacionamento com Deus se limita a algumas reuniões. É por isso que eu digo que o nosso maior arrependimento deve ser do pecado de não dedicarmos mais tempo a Deus. Esse é o maior pecado pois fere o maior dos mandamentos:

“Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o coração, de toda a alma, de todo o entendimento e de todas as forças.” (Mr 12.29,30).

            Assim, por não praticar esse mandamento de colocar o Senhor em primeiro lugar, precisamos nos arrepender. Essa é a melhor preparação que podemos fazer para a volta de Jesus. Andar, caminhar, comungar, cear com Ele, ter amizade com o nosso Deus. E é isso o que Ele mais deseja!

“Já não vos chamo servos, pois o servo não sabe o que o seu senhor faz; mas eu vos chamo amigos, pois vos revelei tudo quanto ouvi de meu Pai.” (Jo 15.15)

            Jesus quer ser nosso amigo! Ele está à porta do nosso coração e bate. Se alguém ouvir e abrir ele entrará, pois essa porta só se abre pelo lado de dentro. Portanto, vamos nos arrepender da falta de intimidade com Deus, da falta de correspondência ao grande amor daquele que se humilhou e se entregou à morte para que fossemos salvos e perdoados. Vamos nos arrepender de estar deixando-o continuamente do lado de fora do nosso coração! Amém!

 

 

 

Transcrição e Edição: Luiz Roberto Cascaldi