Coalizão Brasil/Afeganistão

Prezados irmãos,


Espero que esta os encontre na paz de nosso Senhor Jesus Cristo!

Desde algum tempo, temos vontade de compartilhar convosco o que Deus tem feito nestes últimos meses que temos entrado em contato com o povo do Afeganistão.



Tudo começou de maneira despretensiosa, com a iniciativa de uma moça de 19 anos que Deus tem chamado para usar sua profissão, para trabalhar com o tráfico humano. ... um curso, contatos, explode a guerra no Afeganistão, um coração disponível que contagiou vários corações dispostos e disponíveis...

Deste chamado de Jesus surgiu a Coalizão Brasil/Afeganistão, que união sociedade civil e uma ONG. Hoje, depois desta curta, porém intensa caminhada, surge a ONG Panahgah, que protege a sociedade civil, formada apenas por cristãos comprometidos em implantar o evangelho Reino de Deus.

Hoje temos duas famílias acolhidas em Cascavel/PR.

Porque só duas? Desde o inicio de nossa luta não só de oração, mas jurídica, temos entendido que não há intenção alguma de satanás de liberar os afegãos para virem ao Brasil. Por que trazê-los ao Brasil. Por mais absurdo que pareça, o mundo virou as costas para o Afeganistão. Apenas o Brasil, através dos esforços da advogada da Coalizão, provocando muita pressão de combinadas forças com autoridade e influência do poder judiciário mundial, de forças políticas, grandes empresários, todos, por milagre e obra do amor de Jesus, foi concedido o visto humanitário pela presidência da república.

Hoje, concedido o visto, temos enfrentado problemas na saída do Afeganistão, na entrada do Paquistão e na saída do Paquistão. Os detalhes seriam muitos... se houver algum interesse de detalhes, estamos à disposição.

Hoje, estamos lutando para a vinda de muitas outras famílias. Filhos sem pais, viúvas com filhos pequenos, mulheres agredidas, pessoas que tem sido vítimas de crimes todos os dias, expostas à morte.

É muito difícil para nós, que estamos envolvidos falar sobre este assunto. Sobre aqueles que são cristãos, o assunto é sensível, são nossos irmãos, dia a dia, lidando com o fato de saber se chegam ou não ao final do dia, se terão suas filhas abusadas naquele dia ou amanhã. E muitos realmente sofrem e morrem por amor a Jesus.

Temos uma querida irmã lá que entra naquela categoria dos nossos irmãos de Hebreus. Ela é uma daquelas do qual o mundo não é digno.

Os que não são cristão, sofremos menos por eles? De maneira nenhuma. Quando perdem suas vidas, suas casas, sua esperança?

Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? Ops, Deus tem enviado os Afegãos para ouvirem o evangelho. O Brasil é o celeiro do mundo, dizem. Como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam o evangelho de paz; dos que trazem alegres novas de boas coisas. Como poderíamos deixar de convidá-los a participar de algo tão imenso que o Senhor tem feito?

Seria possível receber do Senhor tão grande chamado e honra de viver, nestes dias, com intensidade o que disse Isaias (cap 61), e não repartir com nossos irmãos mais próximos esta alegria?

Sendo assim, queremos convidá-lo a se envolver da maneira que for impossível, sim, impossível. Deus não nos chama para nada que podemos fazer e desta vez não é diferente.

Pedimos a você que busque ao Senhor sobre como Ele quer que você se envolva.

1) Fase: Ajudar com a compra de passagens para a vinda dos Afegãos

2) Ter em sua cidade um polo de recepção imediata, assim que da chegada, por três meses até que eles sejam encaminhados para as suas residências. (Esta fase inclui atendimento (que pode ser feito pela rede pública, atendimento psicológico (que pode ser mantido na fase 3), assistência social, aulas de português, aulas para apresentação da cultura brasileira, regulamentação de documentos) – para esta fase, bem como para as outras temos todo o suporte que você precisar e atendimento via telefone para as necessidades urgentes) – dispostos a fornecer mais detalhes

3) Inclusão na sociedade 18 a 24 meses – com a intensa ajuda da Igreja (não de 200 pessoas, óbvio) estas pessoas serão colocadas em casas/apto, as crianças matriculadas na escola, os pais de famílias precisam ser recolocados no ambiente profissional e a família alcançar autonomia.

Todas estas fases podem ser conversadas com mais detalhes. Qual o custo? Nenhum. Temos trabalhado com parcerias que nos ajudaram no sustento das famílias. Elas só precisam ser cuidadas e ver Jesus em nós pelo amor. Elas não sabem o que é isso. Estão cheias de traumas, problemas no casamento, com os filhos.

Pedimos que orem em seus presbitérios, realmente não é trabalho fácil. Sabemos que não é fácil cuidar do vizinho...

Estamos precisando de resposta o quanto antes para darmos seguimento à compra de passagens e encaminhamento ao projeto de trazê-los para cá.

Não gostaríamos de fazê-lo sem o envolvimento da Igreja.

Sempre, tudo é por Ele, por meio dele e para Ele!


Aguardamos sua resposta,


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Pois, tantas quantas forem as promessas de Deus, nele está o sim; portanto é por ele o amém, para glória de Deus por nosso intermédio.

2 Cor 1:20

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