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Poesia

Entrei aqui, Pai, tão perto

Com tal coragem, tão certo

Pelo vivo caminho que me leva e eleva

A este Lugar Santíssimo

Pelo sangue santo e caríssimo

Que me purifica da impureza

E me enche de santa certeza


Aqui, diante do trono da Graça

Encontro graça, contemplo-a

Graça que sugou a minha desgraça

E que agora me agarra e abraça

Ela tem face de homem

Sua aparência é de Cordeiro

Rosto de Deus verdadeiro.


Cheguei e observei

Não vi trovões e estrondos

Nem relâmpados medonhos

Não vi nuvens cavalgadas

Ou densas trevas reveladas

Ali estava o Filho Eterno

Ainda na eternidade servo

Revelado em um menino indefeso

Deitado em um coxo

Ao seu lado, ovelha e bezerro


Aqui estou eu embebido

Totalmente abduzido

Profundidade e altura

Comprimento e largura

Cercado por todos os lados

Por esta glória escandalosamente humilde e mansa

Que de salvar não se cansa

Que a todos alcança

Cujo brilho, cuja luz

Ilumina a eternidade

Com as marcas dos pregos da cruz

Essa glória tem nome

É o Cordeiro no trono

Seu nome é Jesus.

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